Traducción al portugués y al portugués de Brasil · 2011
Dos traducciones de un poema de Morbo: al portugués y al portugués de Brasil
El poema «El meu cul, quan el toques a la nit», de Morbo, tiene dos traducciones de 2011, las dos hechas a partir del original catalán: la de Alberto Augusto al portugués, que se publicó en este blog en septiembre, y la de Reginaldo Marinho al portugués de Brasil, publicada en diciembre.



Catalán · original
El meu cul, quan el toques a la nit
El meu cul quan el toques a la nit
es torna d’un material pesant i raríssim
que vol un llarg viatge d’anada
al jardí de les malícies
i no haver de tornar si no surt el sol encara
mentre balancejo els malucs rítmicament
per dibuixar-te esses davant la cara.
És un espectacle torbador, deies,
que només tu assoliràs dins les pupil·les
la meva rialla de pluja daurada
que fàcilment pot provocar un sisme
i fer-me caure de quatre grapes
endavant i endarrere bocaterrosa
i amb el cul ben enlaire
mentre tu mires de salvar-me cansat,
assedegat, gruixut i lubricant-me
fins a fer-me gemegar de dolor i satisfacció.
Portugués · Alberto Augusto
O meu cu, quando lhe tocas à noite
O meu cu quando lhe tocas à noite
torna-se um material ponderante e raríssimo
querente duma longa viagem de ida
ao jardim das malícias
sem ter de voltar se o sol ainda não sai
enquanto gino os quadris ritmicamente
para te desenhar ésses diante da cara.
É um espectáculo turvador, dizias,
que só tu desfrutarás dentro das pupilas
o meu riso de chuva dourada
que facilmente pode provocar um sismo
e fazer-me cair de gatas
à frente e atrás boca terrosa
e com o cu bem no ar
enquanto olhas cansado de me salvar,
sedento, grosso e lubrificando-me
até me fazeres gemer de dor e satisfação.
Portugués de Brasil · Reginaldo Marinho
O meu cu, quando lhe tocas à noite
O meu cu quando lhe tocas à noite
torna-se um material pesado e raríssimo
desejoso duma longa viagem de ida
ao jardim das malícias
sem ter de voltar se ainda não raia o sol
enquanto balanço a bunda ritmicamente
para desenhá-la na sua cara.
É um espetáculo perturbador, dizias,
que só tu alcançarás dentro das pupilas
o meu riso de chuva dourada
que facilmente pode provocar um sismo
e fazer-me ficar de quatro
à frente e atrás debruçada
e com o cu bem pra cima
enquanto olhas cansado de aliviar-me,
sedento, grosso e lubrificando-me
até me fazeres gemer de dor e satisfação.
Related posts:
El tiempo de la oscuridad pasó. Ahora viene la victoria de la luz
Un nuevo poema-videoclip, febrero
Giacomo Casanova (1725-1798), Vividor, carismático y disoluto
#notodovanaserprocesiones !! Lee en vacaciones, y sin ellas, te propongo La bachillera #llibres #lib...
Ayer la novela El ecuador de Ulises fue una fiesta!! ¿La has leído ya?
Post de Meritxell Falgueras: "Amb la més sexy, la Roser Amills"
Buenas noches, Asja Lacis, y gracias por toda la alegría que generaste ayer en Comanegra con tu visi...
Es un honor iniciar aventura literaria con David F. Arranz !! Empieza la cuenta atrás para Amores Ca...
Premiado, hijo y buenos amigos
Etiquetas culoliteraturaLuis RacioneroMallorcamorbopoemas roser amillspoesia catalana actualpoesia eroticapoesia roser amills
